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 Sistema de treinamento - Daniel Brandão

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MensagemAssunto: Sistema de treinamento - Daniel Brandão   Qui 29 Mar 2012, 13:01

Relembrando a primeira mensagem :

Sistema de treinamento



Um sistema de treinamento adequado não é simplesmente um conjunto de temas sobre os quais se deve acumular conhecimento mecanicamente. O treinamento adequado tem natureza orgânica, indivisível, e fundamenta-se no desenvolvimento da percepção, compreensão e reação - essas podem ser consideradas as habilidades do enxadrista. A título de esclarecimento, uma breve descrição sobre o significado dessas habilidades:
A percepção é o poder de recolher informações (de qualquer natureza) sobre determinada posição;
A compreensão forma o senso crítico do enxadrista, que irá filtrar as informações "percebidas" e ordena o quê é relevante e por quê;

A reação é a capacidade de combinar elementos abstratos (percebidos e filtrados) e tomar atitudes em seu favor.
De acordo com a minha teoria, o conhecimento ou a memorização não são considerados habilidades, mas acompanham todo o processo de aperfeiçoamento técnico.

Uma vez firmado o objetivo do treinamento (desenvolver a percepção, a compreensão e a reação), podemos focar nos temas a estudar: finais, tática, estratégia e aberturas. Chamo este grupo de fundamentos técnicos, tal qual o "saque" ou o "bloqueio" no vôlei; são divididos assim por sua característica distinta, que exige um método de aprendizado diferenciado.

A ordem dos temas expostos acima não foi ocasional. Baseado na opinião de mestres e em minhas observações, a respeito de meus alunos e a mim mesmo, os finais devem ser a prioridade inicial do enxadrista. É claro que não pode ser regra estudar somente os finais quando se inicia, nem é regra estudar exclusivamente algum tema em nenhum momento; estuda-se de tudo, sempre, mas deve haver prioridade no estudo, de acordo com as próprias necessidades. Por isso recomendo que, no estágio inicial do aprendizado, os finais sejam priorizados.

Essa idéia não é nova. Na verdade, Capablanca já afirmava em sua época e foi seguido por uma série de treinadores desde então. Cito aqui Capablanca porque foi em sua compilação "Lições Elementares de Xadrez" que passei a ver essa recomendação com outros olhos. Segundo ele, após a abertura e o meio-jogo chegamos ao final; por isso, devemos considerar que toda a partida bem jogada deve ser decidida no final, senão, algum dos contendores cometeu erros graves e permitiu uma derrota nos estágios primários - aí está uma justificativa lógica para iniciar pelos finais: de nada adianta jogar em bom nível a abertura e o meio-jogo se não se sabe jogar o final. Penso que isso, apenas, não é justificativa suficiente pois pode-se argumentar "mas se não souber jogar a abertura e o meio-jogo, pode-se perder antes de chegar ao final!". Pois bem, há um segundo motivo: os lances efetuados na abertura irão moldar a posição do meio-jogo, bem como os lances efetuados no meio-jogo darão origem à posição do final; portanto, um final pode emergir vantajoso ou desvantajoso de acordo com os lances efetuados nas fases que o precederam. O enxadrista que não sabe jogar os finais também não compreenderá muitos lances na abertura e meio-jogo que servem para obter uma possível posição de final superior ou para evitar uma posição de final inferior para si.

O estudo dos finais tem dois objetivos:

- Construir um repertório de posições de final exatas (durante uma partida, um enxadrista se encontra sempre em dois tipos de posição: exatas, quando ele sabe exatamente o que fazer e como proceder, ou problemáticas, quando está em terreno desconhecido e precisa analisar profundamente e tomar uma decisão por si);
- Assimilar conceitos gerais válidos para tipos específicos de posição de final (de acordo com o material restante, a posição dos reis ou a estrutura de peões, por exemplo).

A partir desses objetivos, o estudo dos finais exige quatro tarefas:
- Analisar em profundidade posições elementares; as características que as distinguem, o método de jogo (modus operandi) e os recursos que possuem ambos os lados (as minúcias da posição), criando assim um repertório de posições de final;
- Analisar finais de partidas magistrais, comentadas pelos próprios mestres, a fim de absorver suas idéias;
- Comentar, por si, finais de partida magistrais para posteriormente comparar com os comentários dos próprios mestres;
- Analisar e comentar os próprios finais, em partidas de torneio e treinamento.

O segundo tema, na ordem de prioridade, é a tática. Todo o jogador iniciado compreende a diferença de estratégia e tática, mesmo assim deixarei aqui uma pequena síntese: tática é o fundamento que engloba as operações forçadas que visam um objetivo específico e imediato - muitas vezes o ganho material ou mate. Cabe aqui observar a correlação entre tática e estratégia, fazendo claro o motivo do estudo tático ser priorizado antes do estudo da estratégia: a estratégia se relaciona aos elementos de longo prazo em uma posição: análise, avaliação e planejamento - elementos intuitivos e abstratos; a tática se apresenta no imediato e sempre se revela clara, ao alcance dos olhos. O raciocínio estratégico depende da perícia tática, senão careceria de objetividade, afinal, todo o bom plano deve prever golpes e armadilhas; a tática, por sua vez, não depende diretamente da estratégia: é possivel efetuar golpes táticos sem conhecer sequer o signifcado da estratégia no xadrez (muito embora seja a perícia estratégica que constrói posições vantajosas e, consequentemente, chances de golpear a posição adversária, estabelecendo assim uma dependência indireta).

O estudo da tática tem três objetivos:

- Desenvolver a sensibilidade tática - um sentido de alerta que indique quando há perigos ou oportunidades;
- Aprimorar o poder de cálculo de variantes;
- Preparar o enxadrista para posições taticamente complexas e ricas, onde a análise estratégica se torna quase ou totalmente supérflua, cedendo o papel principal à sensibilidade tática e ao cálculo de variantes.

A partir destes objetivos, o treinamento tático exige duas tarefas:
- Encontrar o melhor lance em posições onde um dos lados dispõe de uma operação tática ganhadora [no popular: realizar exercícios de "joga e ganha"...]
- Selecionar uma posição complexa onde não há, necessariamente, um ganho forçado mas é rica taticamente para então "desmembrá-la": calcular as variantes consideradas relevantes, uma a uma, observar os perigos, oportunidades e assinalar uma continuação, tomando nota de todas as variantes importantes. É interessante usar um tempo limite (de 15 a 40 minutos, dependendo da posição) e trabalhar na tal posição até que o tempo se esgote - o objetivo não é encontrar uma resposta "certa", mas calcular de forma ampla, profunda e organizada.

Uma vez construído um repertório razoável de posições de final e estando familiarizado com a tática, a estratégia deve ser priorizada. Este é, certamente, o fundamento mais importante e difícil do xadrez. Enquanto o estudo de finais e aberturas resumem-se à fases do jogo, a estratégia (assim como a tática) está presente ao longo de toda a partida e, diferente da tática, não é um campo onde há certezas vistas a olho nu: toda a estratégia se baseia em métodos, indícios e padrões - onde há um enorme espaço para exceções e divergências de opinião. Como esclarecido acima, a estratégia é o fundamento que trata do longo prazo no xadrez - análise, avaliação e planejamento -, e é aí que reside o controle sobre os acontecimentos em uma partida. A estratégia é o maestro dos fundamentos técnicos: está presente nas aberturas, orienta o caminho correto no final e é o sucesso na luta estratégica que aumenta as possibilidades de golpes táticos.

O estudo da estratégia se dá em duas etapas, uma de reconhecimento e outra de aperfeiçoamento.

Na etapa de reconhecimento o enxadrista tem como objetivo dominar a técnica de análise e planejamento. Para isso ele precisa:

- Conhecer os elementos posicionais (material, posição dos reis, potencial das peças, estrutura de peões e espaço) e suas representações durante uma partida, quer dizer, as formas como se apresentam estes elementos no tabuleiro, quais vantajosas ou não, etc. Num estágio inicial, provavelmente é necessário estudar algum manual de estratégia que descreva os elementos separadamente.
- Assimilar o modus operandi, o melhor método de jogo em determinadas situações;
- Aprender a analisar, identificando os elementos estratégicos mais relevantes em dada posição e a avaliar - pesar a posição própria contra a posição adversária, para saber qual lado está melhor ou se há equilíbrio (estático ou dinâmico);
- Aprender a traçar planos de longo prazo efetivos e coerentes com a análise posicional/estratégica e com a avaliação.

Depois que o enxadrista domina a técnica de análise e planejamento, precisa desenvolver sua nova perícia das seguintes maneiras:

- Analisando partidas comentadas por mestres;
- Comentando partidas magistrais por si, para posterior comparação com os comentários do mestre;
- Comentando as próprias partidas e, de preferência, publicando-as.

Por fim, resta apenas um fundamento, propositalmente deixado para o fim. Os iniciados no xadrez costumam buscar com avidez o conhecimento neste campo, sem perceber que isso é pouco ou nada relevante até um determinado estágio de compreensão.

A preparação de aberturas é uma poderosa arma, mas apenas nas mãos daqueles que são capazes de raciocinar estrategicamente, sobreviver às complicações e dominar os finais. e o pior: os amadores citeados acima, além de priorizar o estudo de aberturas (como se isso pudesse melhorar seus resultados por si), ainda as estudam da forma errada, simplesmente memorizando variantes ou posições chave - essa é a menor das etapas no processo de preparação, apenas um complemento.

Antes de trabalhar seriamente nas aberturas é preciso desenvolver-se até certo estágio nos outros fundamentos. Não sei dizer exatamente onde se dá essa divisão de águas, mas acredito que depende de cada um. O que todo o enxadrista deve ter em mente que a preparação de aberturas é uma arma de efeito, mas coadjuvante - o que define a disputa é o domínio dos finais, a compreensão estratégica e percepção tática. Uma boa preparação de aberturas pode, no máximo, proporcionar um meio-jogo favorável ou mais confortável e alguma vantagem de tempo no relógio. Raras são as vezes em que uma boa preparação define as coisas rapidamente - mesmo acertando na abertura, há uma longa luta a seguir.

Conscientes desse princípio, é o momento de explanar a melhor forma de estudar as aberturas. Como disse acima, memorizar variantes e subvariantes é uma pequena parte do todo, um complemento. O primeiro passo é selecionar um grupo de aberturas, chamado de repertório. Por exemplo, escolher se, com brancas, iniciará com 1.d4, 1.Cf3, 1.e4, etc. A partir de então sobra um número reduzido de aberturas para estudar. Da mesma forma, escolher uma maneira de combater, com negras, a 1.e4, 1.d4, 1.c4, etc. Assim, com um grupo seleto, o trabalho requer menos tempo de estudo.

Uma vez selecionado o repertório, começa-se a trabalhar nas aberturas escolhidas, com os seguintes objetivos em sua respectiva ordem:

- Compreender o fundamento estratégico da abertura - o que há de mais genérico em sua concepção;
- Dividir a tal abertura em subgrupos, classificados pelo tipo de estrutura e disposição de peças resultante, e compreender os planos de desenvolvimento plausíveis em cada um desses subgrupos de posições;
- Familiarizar-se com o tipo de meio-jogo resultante em cada abertura selecionada e os temas táticos recorrentes;
- Estudar as variantes para aumentar a precisão na hora de conduzir o plano de abertura e economizar tempo no relógio durante a partida.

Esses quatro objetivos servem para que o jogador se integre com a abertura, esteja familirizado com seus objetivos estratégicos e por isso não fique sem direção quando sua memória não puder mais ajudar. Há um ponto importante que engloba todos esses objetivos e é negligenciado pela maioria dos enxadristas que gastam sua energia estudando aberturas: é preciso verbalizar as idéias da abertura. Não basta saber os lances; é preciso saber por quê são feitos, para onde levam e como se portar nos tipos de posição que surgem após a abertura.

O estudo desses quatro fundamentos provê o que o enxadrista precisa do ponto de vista técnico. Reafirmo que, diferente dos chamados fatores secundários, o desenvolvimento deste componente da força só depende do próprio esforço e disciplina. Também é importante acautelar que o desenvolvimento da técnica é uma fase preparatória, anterior às batalhas. O enxadrista deve, nos intervalos entra as competições, usar todo o tempo que dispor para se preparar tecnicamente e avaliar suas performances anteriores (a única forma de desenvolver de forma concreta os componentes secundários da força). No momento da competição não há tempo nem energia disponível para refletir sobre esses dois componentes:
o único foco do enxadrista deve ser a terceira parte de sua força, que será detalhado em um próximo post.
FONTE
http://xadrezdojo.blogspot.com.br


Última edição por Leon Mendes em Ter 03 Abr 2012, 11:34, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Sistema de treinamento - Daniel Brandão   Qua 04 Abr 2012, 14:25

parabens parabens parabens :aad:
Realmente pra ser contada várias vezes!!!

Emocionante a história, muita apreensão entre os primeiros 30 lances, seguida de forte tensão às proximidades do apuro do tempo, brindada com um frenesi de movimentos rápidos, alucinados para chegar à agonia de uma dúvida crucial; vida ou morte!? Finalizando então com um hollywoodiano final feliz por um mero detalhe, que definiu a favor do protagonista!

Vlw!! positivo

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MensagemAssunto: Re: Sistema de treinamento - Daniel Brandão   Qua 04 Abr 2012, 17:29

Emocionante mesmo Eder, parabéns!

adoração
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MensagemAssunto: Re: Sistema de treinamento - Daniel Brandão   Qui 05 Abr 2012, 11:03

É mais ou menos isso aí Akros.. Hehehe...

Final Hollywodiano, só não descrevo assim pq não quero q os outros pensem que estou me gabando.. Hehehe.

Em algum outro lugar contei a história com mais detalhes.. deixa eu ver se acho...

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MensagemAssunto: Re: Sistema de treinamento - Daniel Brandão   Qui 05 Abr 2012, 11:06

"
JASC 2010.
Penúltima rodada. Brusque Vs Florianópolis.
Jogava no 4o tabuleiro, precisavamos de um bom resultado para continuarmos com chance de medalha. Nossa equipe (Brusque), tinha 3 jogadores muito fortes (Mestre Adwilhans, Lideo Toledo e Mestre internacional Trois) e 3 jogadores fracos, beirando 1900 de rating.. (eu e mais 2)

Fui escalado em cima da hora pra esse match, nem estava preparado. Precisávamos de um bom resultado para continuar com chance de medalha.

Joguei de negras, parti para uma Dutch... O meu adversário (+-2100 de rating e ótimo jogador de blitz), seguiu aquela linha com Ch3.. Sinceramente, acho ela a mais forte.. E não estava preparado para ela.

Cometi alguns erros de abertura, lutei de todas as formas pra não perder um peão, fazendo ele perder um bom tempo para decidir ganha-lo mas ficar com um posicionamento um pouco inferior. (ahh.. era 2hr para 40 lances + 1 hr para o fim)

Nessas alturas, o nosso MI já tinha abandonado depois de inverter uma jogada ganhadora. Para piorar, Lideo estava enfrentando então MI Matsura. (hoje GM)

O rapaz se complicou um monte, ficamos com 10 min para 10 lances. Ele com um peão a mais e eu com uma leve superioridade estratégica.
O tempo passou... 32o lance: 5 min para ele, 8 para mim.
33o lance: 4 min ele, 5 para mim... Depois daí, para quem não sabe, não é mais obrigatório anotar os lances. Eramos o 2o match do torneio, as primeiras mesas pararam pra ver o ping...

Ping vai, ping vem... Repito um cheque para contar movimentos, analiso levar uns cheques para tirar a dama de ação, ficando com o meu rei exposto (obvio que ele faria)... Mas o rapaz erra feio ao liberar a proteção do rei tentando complicar o jogo...

Adrenalina a mil, sinto umas 10 pessoas ao meu redor, mas só vejo o jogo...

Sacrifico peão na 7a por bispo.. Nesse momento já estava superior... Mas não tinha noção de quantos lances tinha feito..

Meu adversário erra FEIO. Avisto o mate em um.. Pego na torre, vou leva-la a 8a e ele grita: - SETA!

Meu tempo tinha acabado (depois conversando, chegamos na conclusão que a seta dele segurou muito tempo no 0 seg.. enquanto a minha parece ter caído antes.. Coisas de relógio analógico).

Coloco a torre na 8a e levanto em um supetão, adrenalina a 100 mil (à mil já tinha passado).

Só restava o juiz dizer... Passou dos 40 lances ou não?

Tensão a mil...

SIM!

Quando refizemos a partida, vimos que o meu mate era o 42o lance... Isso é, jogamos 41 lances.

Lideo venceu Matsuura, MF Adwilhans trucidou seu adversário.. Vencemos de 3 a 1 Florianópolis, uma das favoritas do torneio... Isso porque MI Trois inverteu lance pendurando a dama...
(para quem não sabe, inverter lance é quando você pensa uma sequencia de lance e faz o 2o antes do 1o.)
"

É.. na verdade era o 42o.. hehehe... Já se passaram 2 anos...

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MensagemAssunto: Re: Sistema de treinamento - Daniel Brandão   Qui 05 Abr 2012, 12:56

Sem dúvida Eder um ótimo enredo. O final foi marcante não só por questões pessoais, mas também pela conquista da equipe.
Uma história que envolve superação, e com um final desses, deveria ficar registrada oficialmente no acervo do Clube de Brusque. Um diário de passagens épicas pelas quais o clube já passou.
Obrigado por compartilha-la conosco! bom parabens

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MensagemAssunto: Re: Sistema de treinamento - Daniel Brandão   Qui 12 Abr 2012, 18:23

Eder, me lembro que você solicitou algum material que disponibilizasse as aberturas em forma organizada.
Não acho esse post, já dei uma navegada pelo Fórum mas sumiu do mapa.

Acabei tendo acesso recentemente a duas fontes que de certo modo podem ter essa relação de aberturas da forma como você deseja, segue :

    01- http://chesstempo.com/chess-openings.html

    02- 4shared.com/office/QdHIlQ7o/Xadrez_-_Aberturas.html?


Espero que tenha utilidade! positivo

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MensagemAssunto: Re: Sistema de treinamento - Daniel Brandão   

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